A importância da publicidade.
A publicidade é um meio muito importante e fundamental para promover produtos,
serviços ou marcas de qualquer empresa. Uma boa campanha publicitária faz toda a diferença no mercado de trabalho, na divulgação e lançamento de novos produtos ou serviços
e também na maximização de lucros que são obtidos através do seu uso aos nossos
consumidores
Mas por razão a publicidade é tão importante para as empresas?
O objetivo de qualquer empresa é maximizar as vendas do seu negócio ao máximo.
Esta maximização da vendas acaba por traduzir também no final numa
maximização dos lucros da empresa. Desta forma podemos afirmar que o
investimento em publicidade acaba por compensar e garantir que as vendas do
negócio também aumentam.
A maioria das pessoas pensam a publicidade não é
apenas restrita ao rádio, televisão ou jornais. A publicidade de boca em boca e
patrocínio de eventos também pode fazer maravilhas para o sucesso da sua empresa "negocio". Uma boa propaganda é aquela que não só vai atrair novos
consumidores, mas também conseguir convencer os consumidores, até então se
mantinham leais a empresas rivais, a optar pelos produtos da empresa.
E porque razão a publicidade é importante para os próprios consumidores?
A publicidade é muito importante para os consumidores, uma vez que torna-o
consciente das diversas opções que estão disponíveis no mercado e o auxilia na
sua, por vezes, difícil escolha no meio da enorme concorrência.Esses anúncios que por vezes o consumidor até pode
achar aborrecidos, mas que são fundamentais para a sua escolha, tendem a
influenciar a sua decisão. Este facto não se torna negativo desde que o
consumidor obtenha através da publicidade as melhores opções possíveis para as
suas compras.
A razão pela qual a publicidade pode fazer a
diferença no mercado de trabalho é que se uma empresa não comunicar com os seus
consumidores, não será considerada na altura da decisão de compra dos seus
clientes.
A Arte contemporânea.
A importância da publicidade.
A maioria das pessoas pensam a publicidade não é
apenas restrita ao rádio, televisão ou jornais. A publicidade de boca em boca e
patrocínio de eventos também pode fazer maravilhas para o sucesso da sua empresa "negocio". Uma boa propaganda é aquela que não só vai atrair novos
consumidores, mas também conseguir convencer os consumidores, até então se
mantinham leais a empresas rivais, a optar pelos produtos da empresa.A Arte contemporânea.
A arte contemporânea é a reunião de uma notável diversidade de estilos,
movimentos e técnicas. Essa ampla variedade de estilos inclui a penetrante
pintura realista Gótico americano (Grant Wood, 1930, Art Institute of Chicago,
Illinois). Retrata de um casal de agricultores do Centro-oeste americano e,
ainda, os ritmos abstratos da tinta salpicada da pintura Preto e branco
(Jackson Pollock, 1948, acervo particular). Mesmo que fosse
possível dividir a arte contemporânea por obras figurativas, como o Gótico
americano, e por obras abstratas, como Preto e branco, encontraríamos uma
surpreendente variedade de estilos dentro dessas duas categorias.
Características da Arte contemporânea.
Essa diversidade é difícil definir na arte contemporânea
incluindo toda a arte produzida no século XX. Para alguns críticos, a
característica mais importante da arte contemporânea é sua tentativa de criar
pinturas e esculturas voltadas para si mesmas e, assim, distinguir-se das
formas de arte anteriores, que transmitiam idéias de instituições políticas ou
religiosas poderosas.
Origens.
A arte impressionista do final do século XIX adiantou muitas das características da arte contemporânea. Elas incluem a ideia da arte
pela arte, e realce na originalidade, a exaltação da tecnologia moderna, o
fascínio pelo primitivo e o compromisso com a arte popular.
Primeiras Décadas da Arte Contemporânea.
Os historiadores da arte têm
relacionado a separação da forma na arte do fim do século XIX e início do XX
à divisão da sociedade da época. As crescentes realizações tecnológicas da
Revolução Industrial ampliaram a distância entre as classes média e
trabalhadora. Várias formas de criatividade artística reflectiram essas tensões e
desenvolvimentos. Na literatura, James Joyce, T. S. Eliot e Virginia Woolf experimentaram
novas estruturas narrativas, gramática, e ortografia. Na dança, Sergei
Diaghilev, Isadora Duncan e Loie Fuller revolucionaram em figurinos e
coreografias pouco convencionais.Na música, Arnold Schönberg e Igor Stravinski compuseram obras que não
dependiam da estrutura melódica tradicional. A música, além de ter sido uma das
artes em que mais foram feitas experiências, transformou-se na grande fonte de
inspiração para as artes visuais.
No final do século XIX e no começo do XX, muitos críticos de arte foram
influenciados pelos filósofos alemães Arthur Schopenhauer e Friedrich Nietzsche,
que haviam anunciado que a música era a mais poderosa de todas as artes existia, já
que causava emoções por si, e não através da imitação do mundo. Muitos pintores
do movimento simbolista do final do século XIX, como Odilon Redon e Gustave
Moreau, tentaram superar o poder de sugestão direto da música, pintando formas
abstratas, realidades mais imaginárias do que o observável. Redon e os
simbolistas criaram as bases para a arte abstrata.
Objetividade.
Após a destruição sem precedentes causada pela Primeira Guerra Mundial
(1914-1918), alguns artistas perderam sua fé na arte abstrata. Muitos deles
passaram a acreditar que ela parecia fútil e superficial em um momento em que
milhões de pessoas morriam, cidades inteiras sofriam com a escassez de
alimentos, a corrupção política florescia e os soldados mutilados na guerra
retornavam.
Na Alemanha, os artistas pertencentes a um movimento conhecido como Neue
Sachlichkeit acreditavam que, para abordar esses problemas,
a arte não deveria se separar a sua experiência da vida quotidiana, perseguir
ideais filosóficos abstractos ou investigar a psicologia individual de seu
criador.
Esses artistas, entre eles George Grosz e Otto Dix, defendiam uma volta a
modos de representação mais tradicionais, além de um comprometimento direto com
as questões sociais e políticas urgentes da época.
O Vendedor de fósforos
(1920, Staatsgalerie, Stuttgart), de Dix, por exemplo, rejeita o cubismo, o
expressionismo e a abstração em favor de um tipo de representação de compreensão
mais imediata.
Ao abordar o tratamento insensível concedido a soldados que tinham
arriscado suas vidas por sua pátria, essa pintura mostra um soldado mutilado
vendendo fósforos em uma rua enquanto é claramente ignorado pelos passantes.
Dix sabia que o tratamento oferecido aos veteranos de guerra dependia de sua
classe social. Assim, sua pintura não apenas denunciava a guerra de um modo
geral, mas também as tensões sociais específicas que dividiam a Alemanha na
época.
A Arte Contemporânea após a Segunda
Guerra Mundial.
Ainda que a Europa tenha sido o centro reconhecido da arte contemporânea
na primeira metade do século XX, hoje a maioria dos críticos concorda que após
a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), houve um deslocamento para os Estados
Unidos. Nos anos 20 e 30, muitos artistas americanos, inclusive Charles Demuth,
Arthur Dove, Marsden Hartley e John Marin, tentaram adotar elementos do cubismo
ou do futurismo em suas obras. Mas esses movimentos eram originalmente europeus
e foram considerados essencialmente estranhos aos Estados Unidos.
Na década de 1930, alguns artistas norte-americanos revoltaram-se contra
as influências européias na arte americana. O Gótico americano, de Grant Wood,
é uma obra típica de um movimento conhecido como regionalismo, cujo objetivo
era valorizar o tipicamente americano, usando um estilo que evitasse qualquer
referência ao modernismo europeu. Para outros artistas norte-americanos, os
arroubos regionalistas somente poderiam prejudicar a arte.
Desenvolvimento Pós-Guerra na Europa.
À medida em que o abstracionismo evoluía na América, outros movimentos
semelhantes surgiam na Europa. O Art informel, termo usado para distinguir a
abstração gestual da abstração geométrica na Europa, está relacionado em
primeiro lugar ao artista francês Pierre Soulages, além de Hans Hartung Wols,
dois artistas que nasceram na Alemanha, mas trabalharam na França.
Assim como os abstracionistas, esses artistas enfatizavam o gesto do
pintor, a pincelada, além das qualidades físicas da tinta, especialmente sua
textura. Assim, procuravam dar a impressão de pura espontaneidade, sem
preparação artística ou cálculos. Dentro do art informel havia um grupo chamado
tâchistes, que significa “mancha” ou “borrão". O
poeta e pintor belga Henri Michaux e o pintor francês Georges Matthieu estavam
entre os tâchistes "mancha" mais importantes.
As telas grandes de Matthieu misturavam cores intensas com um estilo
abstrato que tomava como base as linhas, a pincelada e o interesse pela
caligrafia asiática. Matthieu concebeu suas obras rapidamente, às vezes até
mesmo em público, valorizando a liberdade do artista para pintar sem idéias
preconcebidas e sem atingir um resultado previsível.
Alguns críticos associavam essa qualidade com o existencialismo. A
preocupação com a textura física é evidente no art informel e no tâchisme e
também aparece nas obras do pintor francês Jean Dubuffet. Mas, ao contrário de
seus colegas que também produziam arte abstrata, Dubuffet enfocava a figura
humana e se inspirava na arte das crianças, dos loucos e de outros que ele
acreditava desprovidos de influencias culturais corruptoras. Denominou seu
estilo de art brut (em francês, arte bruta) e, desde então, esse termo é
utilizado para se fazer referência à arte de Dubuffet.
Assim como muitos artistas contemporâneos anteriores, ele procurava
inspiração em fontes alheias à tradição ocidental. Rejeitava a idéia de que a
arte devesse ser esteticamente agradável ou, apenas, ilustrar a realidade
visual. Seu estilo de desenho, deliberadamente seco, enfatizava um processo de
criação lento e difícil. Desse modo, rejeitava a facilidade e a impulsividade
dos pintores abstratos em favor de uma arte mais primitiva, crua e bruta.
Formas de Artes.
Nas décadas de 1960 e de 1970, vários movimentos surgiram para tentar
libertar a arte da influência do mercado artístico, na qual as obras de arte se
transformavam em mercadorias para serem compradas e vendidas como investimento
financeiro.
Um grupo de artistas, às vezes chamados de pós-minimalista, queriam criar
formas que tivessem um período de vida curto demais para serem vendidas. O
escultor Richard Serra, por exemplo, lançou um jogo derretido em um canto da
Galeria Leo Castelli, em Nova York, para uma série de obras chamada Splashing
(1968).
O seu objetivo não era apenas produzir uma arte efêmera, que não fosse
vendável, mas também expressar as propriedades inerentes do metal líquido, que
passaram a ser visíveis apenas quando esse material entrou em atividade.
Os artistas Robert Smithson, Michael Heizer, Walter De Maria e Nancy Holt
também se engajaram no movimento de incorporar as forças da natureza à uma obra
de arte. Esses artistas decidiram levar suas obras para o ar livre e criar o
que ficou conhecido como earthworks. Ao invés de pincéis ou lápis, usavam
máquinas de terraplanagem e outros equipamentos para transformar a terra em
formas esculturais gigantescas.
A obra Spiral Jetty (1970), de Smithson, por
exemplo, era uma gigantesca espiral de terra, pedra e cristais salinos que se
estendia nas margens do Grande Lago Salgado, em Utah.
Essa obra não era apenas
grande demais para ser comprada ou vendida, como também vulnerável às forças da
natureza, como a chuva, o vento e a erosão.
Globalização.
Globalização é um conjunto de transformações na ordem
política e econômica mundial visíveis desde o final do século XX. Trata-se de
um fenômeno que criou pontos em comum na vertente econômica,social, cultural e política,
e que consequentemente tornou o mundo interligado, uma Aldeia Global.O processo de globalização é a forma como os mercados de diferentes países
interagem e aproximam pessoas e mercadorias. A quebra de fronteiras gerou uma expansão
capitalista onde foi possível realizar transações financeiras e expandir
os negócios - até então restritos ao mercado interno - para mercados distantes
e emergentes.
Características da Arte contemporânea.
Essa diversidade é difícil definir na arte contemporânea incluindo toda a arte produzida no século XX. Para alguns críticos, a característica mais importante da arte contemporânea é sua tentativa de criar pinturas e esculturas voltadas para si mesmas e, assim, distinguir-se das formas de arte anteriores, que transmitiam idéias de instituições políticas ou religiosas poderosas.
Origens.
Objetividade.
Esses artistas, entre eles George Grosz e Otto Dix, defendiam uma volta a
modos de representação mais tradicionais, além de um comprometimento direto com
as questões sociais e políticas urgentes da época.O Vendedor de fósforos (1920, Staatsgalerie, Stuttgart), de Dix, por exemplo, rejeita o cubismo, o expressionismo e a abstração em favor de um tipo de representação de compreensão mais imediata.
Ao abordar o tratamento insensível concedido a soldados que tinham arriscado suas vidas por sua pátria, essa pintura mostra um soldado mutilado vendendo fósforos em uma rua enquanto é claramente ignorado pelos passantes. Dix sabia que o tratamento oferecido aos veteranos de guerra dependia de sua classe social. Assim, sua pintura não apenas denunciava a guerra de um modo geral, mas também as tensões sociais específicas que dividiam a Alemanha na época.
A Arte Contemporânea após a Segunda Guerra Mundial.
Ainda que a Europa tenha sido o centro reconhecido da arte contemporânea na primeira metade do século XX, hoje a maioria dos críticos concorda que após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), houve um deslocamento para os Estados Unidos. Nos anos 20 e 30, muitos artistas americanos, inclusive Charles Demuth, Arthur Dove, Marsden Hartley e John Marin, tentaram adotar elementos do cubismo ou do futurismo em suas obras. Mas esses movimentos eram originalmente europeus e foram considerados essencialmente estranhos aos Estados Unidos.
Na década de 1930, alguns artistas norte-americanos revoltaram-se contra as influências européias na arte americana. O Gótico americano, de Grant Wood, é uma obra típica de um movimento conhecido como regionalismo, cujo objetivo era valorizar o tipicamente americano, usando um estilo que evitasse qualquer referência ao modernismo europeu. Para outros artistas norte-americanos, os arroubos regionalistas somente poderiam prejudicar a arte.
Desenvolvimento Pós-Guerra na Europa.
Formas de Artes.
Nas décadas de 1960 e de 1970, vários movimentos surgiram para tentar
libertar a arte da influência do mercado artístico, na qual as obras de arte se
transformavam em mercadorias para serem compradas e vendidas como investimento
financeiro.
Um grupo de artistas, às vezes chamados de pós-minimalista, queriam criar
formas que tivessem um período de vida curto demais para serem vendidas. O
escultor Richard Serra, por exemplo, lançou um jogo derretido em um canto da
Galeria Leo Castelli, em Nova York, para uma série de obras chamada Splashing
(1968).
O seu objetivo não era apenas produzir uma arte efêmera, que não fosse vendável, mas também expressar as propriedades inerentes do metal líquido, que passaram a ser visíveis apenas quando esse material entrou em atividade.
O seu objetivo não era apenas produzir uma arte efêmera, que não fosse vendável, mas também expressar as propriedades inerentes do metal líquido, que passaram a ser visíveis apenas quando esse material entrou em atividade.
Os artistas Robert Smithson, Michael Heizer, Walter De Maria e Nancy Holt
também se engajaram no movimento de incorporar as forças da natureza à uma obra
de arte. Esses artistas decidiram levar suas obras para o ar livre e criar o
que ficou conhecido como earthworks. Ao invés de pincéis ou lápis, usavam
máquinas de terraplanagem e outros equipamentos para transformar a terra em
formas esculturais gigantescas.
A obra Spiral Jetty (1970), de Smithson, por exemplo, era uma gigantesca espiral de terra, pedra e cristais salinos que se estendia nas margens do Grande Lago Salgado, em Utah.
Essa obra não era apenas grande demais para ser comprada ou vendida, como também vulnerável às forças da natureza, como a chuva, o vento e a erosão.
A obra Spiral Jetty (1970), de Smithson, por exemplo, era uma gigantesca espiral de terra, pedra e cristais salinos que se estendia nas margens do Grande Lago Salgado, em Utah.
Essa obra não era apenas grande demais para ser comprada ou vendida, como também vulnerável às forças da natureza, como a chuva, o vento e a erosão.
Globalização.
Globalização é um conjunto de transformações na ordem
política e econômica mundial visíveis desde o final do século XX. Trata-se de
um fenômeno que criou pontos em comum na vertente econômica,social, cultural e política,
e que consequentemente tornou o mundo interligado, uma Aldeia Global.O processo de globalização é a forma como os mercados de diferentes países
interagem e aproximam pessoas e mercadorias. A quebra de fronteiras gerou uma expansão
capitalista onde foi possível realizar transações financeiras e expandir
os negócios - até então restritos ao mercado interno - para mercados distantes
e emergentes.
Vantagens e Desvantagens da Globalização.
Vantagens da Globalização.
Podemos destacar diversas vantagens
da globalização. Uma das vantagens que todas as pessoas se beneficiam é
justamente o produto importado que acompanhando a globalização o mesmo fosse
ganhando mais qualidade e o preço foi sendo mais baixo. Além disso, a
facilidade de comunicação também melhorou muito, hoje em dia é possível
acompanhar fatos em outros continentes em tempo real, há alguns anos só se
sabia o que acontecia em outro continente após meses. Os meios de transportes
também impulsionaram globalização e também melhoraram de acordo com a mesma.
Desvantagens da Globalização.
Dentre das desvantagens os aspectos negativos da globalização,
conseguimos relatar algo que mais merece destaque que é a maior competitividade
por vagas de emprego. Com a grande busca por vagas de empregos muitas pessoas
procuram melhores formações profissionais e fica cada dia mais difícil
conseguir um bom emprego.







